sábado, 2 de junho de 2012

Discurso sobre o amor.


O amor é palavra que nao aprisiono, é sentimento que nao cabe num conceito, é razao que enobrece meu coracao, é o misterio diante de mim e que faz meu coracao sorrir, é passado guardado na memoria, é presente que passa por mim, é futuro com sabor de descoberta, é algo que na face de quem se ama, se mistura, se embala, com teor de causas, atos e atitudes, decidindo a realidade solida que persiste em fazer-me dizer: viver vale a pena!

domingo, 27 de maio de 2012

Um homem e seu exercito de pensamentos.

Um homem e seu exercito de pensamentos. Nas linhas tortas que o rumo desta vida quase sem previas do que possa ocorrer, o desatino e suas peripécias podem fazer suas marcas, no entanto o sangue que pulsa em nossas decisões, decide a trajetória que transcende qualquer explicação, já parou pra pensar que você nunca para de pensar? Pensamos, pois nossa essência exige este movimento real e intenso, que une a praticidade envolvida no resultado de uma batalha de um homem só e seu exercito de pensamentos, decidindo quais bandeiras astear em seu solo, muitas vezes em uma cadencia flutuante, como folhas de outono que caem no chão, amadurecemos, abdicamos de pensamentos no qual não estaríamos dispostos a dar prosseguimento em nossas vidas. Uma coisa é fato: a realidade é a única coisa que temos!! E o que importa neste exercício envolvido num oficio de continuar uma vida que contenha sentido, numa busca incessante de combustível para fazer a vida acontecer, é que não interessa o que a prisão de dogmas ditados em meio à multidão venha ditar, ou que o ceticismo venha alienar, mas o resultado de nossos pensamentos, que meio a arte de tecer sua própria liberdade, na autenticidade do que continua “escrito a mão” de nossas vivencias, meio no silencio, quase na escuridão, distante da multidão, dos holofotes que sempre nos cegam em vez de iluminar, nas luzes de velas, os pensamentos fluem em sua originalidade, não deixando de salientar os efeitos das pessoas e seus pensamentos que influem no nosso, raízes que nos afeta e não podemos ignorar, pois nenhum homem é uma ilha, somos muitos, como diz Humberto Gessinger “somos um exercito de um homem só”, nisto compartilho e incluo o exercito de pensamentos, no qual inunda nosso ser, podendo tornar-se aquilo que és, ou se afugentar em modelos sem nenhum esforço de originalidade, imbuído, anexado a mais um na multidão, por isso deve-se perceber a capacidade de pensar e sua potencialidade, lembrando que somos muito mais que pensamentos, também a riqueza do pensar só é possível se sentimos, vivemos e experenciamos esta existência partilhada em muitos exércitos de um homem só! E sem muita pressa, sem nenhuma formula exata e fechada, e muito menos uma receita pronta, que cada exército de pensamento que constituem na formação do homem seja capaz através de sua liderança, mostrar em gestos seus resultados, construindo sua vida de modo autentico e genuíno, pois só se vive uma vez. Eis aqui um homem e sua tropa, postos a defender uma vida autentica, real e intensa, e você como comanda seu exército de pensamentos?

domingo, 22 de abril de 2012

A pedagogia critica: a influencia do marxismo e da escola de Frankfurt na pedagogia de Paulo Freire.

Freire “bebe” nos pensamentos e idéias de Marx, onde este, percebe a historia como luta de classes, havendo duas classes: a burguesia e o proletariado. Sendo que a primeira oprime a outra, estabelecendo uma relação antagônica e de opressão, na qual o intuito do opressor é de subjugar o oprimido de acordo as suas necessidades de manutenção do poder que esta em suas mãos, acontecendo uma escravização do homem pelo homem. Freire soube muito bem tomara para si tal dissecação feita por Marx, e percebeu que a educação era um meio por onde o opressor agia, reprimindo a maioria em prol dos interesses burgueses, onde os alunos não aprendiam, mas que apenas assimilava, memorizava mecanicamente o que o professor repassava, sendo uma das características do que Paulo Freire denominou “educação bancaria”. Também vale a pena ressaltar que a dissecação do sistema capital do opressor, para Marx não era apenas desvelar o caráter verdadeiro da realidade histórica, mas toma-se conta de que na própria historia o oprimido não se resigna-se de forma pacifica, e o que há mesmo é uma luta de classes constante que reescreve os capítulos da historia, pois o sistema do opressor deixa falhas, já que o oprimido vai reivindicar seus direitos como homem e ser humano, como ocorreu na idade média onde o sistema feudal foi substituído aos poucos, através das lutas de conquistas dos burgueses através dos variados meios da ação humana (cultural, econômica, política, social), logo as mudanças são possíveis, dentro o qual o oprimido pode escrever novos capítulos da historia, angariando novos horizontes para a vida humana, e assim que Marx esperava, o oprimido tendo a esperança de que a mudança e a transformação é possível, fazendo pensar no atual sistema vigente, o sistema capitalista burguês, e nos conflitos que é estabelecido pelo antagonismo deste sistema, sendo que para a manutenção e “sobrevivência” continua do sistema, ele se nutre da exploração do opressor em seus variados meios, principalmente o econômico que serve de base para a esteira da exploração do homem pelo homem. E se o oprimido se vê em ta; situação de opressão, percebe que a mudança só é possível se estiverem conscientes para tal mudança, pois ninguém mudará pelos oprimidos, não haverá nenhum “salvador”ou herói que salvara sobre o jugo do opressor, se faz necessário a união do proletariado, buscando conhecer a alienação que a burguesia submeteu a classe oprimida, no qual a historia ensinada pelos burgueses como “fatalista”, destinada, não é de fato assim, mas que ela é feita de mudança e a chave para mudança esta na decisão do oprimido de romper com o sistema opressor, surgindo um novo sistema, Marx chama de comunismo, sistema que o homem não subjuga outro homem, mas se igualam no mesmo nível, tendo dignidade a todos. Freire vê este aspecto histórico de mudança, tendo uma ótica para um nova concepção de educação, a educação emancipadora, que ao contrario da bancaria, liberta os homens do sistema servil, opressor, sendo necessário combater através do “bom combate” a educação bancaria, rumando para uma educação que integra o homem em sua inteireza, assim libertando em vez de alienar, expondo em vez de impor, tornando mais dinâmico um ensino que priva pela dignidade e direitos do homem a serem tratados como seres humanos, e Freire percebe que a mudança só é possível se mudado os fundamentos e pilares que sustentam a sociedade, ou seja, a educação. A escola de Frankfurt também corrobora com Marx, estabelecendo uma critica ao sistema vigente do homem de ser e agir, críticos que vinculam suas criticas em prol da mudança, alertando os homens sobre o “progresso”cientifico e dos frutos da razão instrumental, como a industria cultural, e Freire toma conta deste fato, onde os meios opressores querem seres humanos alienados, mais distante do que poderia ser em sua autenticidade e seus pensamentos são influenciados pelas linhas de pensamento tanto de Marx, quanto de seus realçadores, os da escola de Frankfurt, que tomam a dimensão de sua criticidade para o âmbito da razão instrumental e dos seus efeitos como a industria cultural. Freire estabelece uma critica ao sistema educacional vigente, o “bancário” pois a opressão se insta-la neste tipo de concepção educacional, e Freire trata o ser humano de modo igual, todos tendo a chance de construir uma existência autentica, e por isso a educação que tanto defende, deve ser a educação emancipadora, a educação que faz com que os homens sejam criador de suas próprias historias, com toda potencia humana desenvolvida de maneira igual, portanto este tipo de educação privaria por homens que adentra na realidade vivida de modo concatenado, atento, onde outro homem não consegue subjugar o outro, por que ambos tem a mesma instrução educacional, assim criando um vinculo de relação mais humana e digna, e Paulo é um educador que pensa as condições de ensino, dando para perceber em seus escritos, que há influencias de Marx e dos da escola de Frankfurt.

sábado, 17 de março de 2012

Cantico de dionisio destinada as mulheres.

Escreva o necessario e diga a verdade, considere os rumos, desate o nó, faça seu recalque, deslize em suas memorias, considere sua atitude e consequencia, viva, dance, busque, tente e seja o mais real e sensato na vida...saber todo mundo sabe, querer todo mundo quer, é mais facil tecer palavras do que fazer...pense, aja, seja, ame, cante e diga que a vida pode ser uma melodia com suingue saboroso, mesmo em saudade, sentir que esta viva, e poder dizer: amo minha vida, minhas escolhas!

quarta-feira, 7 de março de 2012

A linguagem e seu manifesto.

A linguagem é a expressão do mundo experênciada, sendo o mundo o berço de significações, sentido de todos sentidos e o solo de todos os pensamentos, assim o sentido surge da relação do sujeito falante com o mundo, porem a construção tradicional de conceitos tendiam a acreditar que seria possível descrever o mundo por idéias fixas exatas, com linguagem puras, sendo uma palavra, ou um nome correspondente a cada objeto (sendo algo exterior), idéia, porem isto não é possível já que o mundo não é (somente) aquilo que eu penso, mas aquilo que vivo, no qual comunico, tendo a palavra como expressão, sendo sempre significativa, logo não podendo ser reduzida como linguagem pura, o mundo existe antes mesmo das nossas analises e reflexões, sendo ela a fonte de todos os nossos pensamentos e de todas a nossas percepções , já que para alcançar o verdadeiro sentido do mundo, não devemos ater as analises e deixar reflexão se findar nela com uma linguagem “pura”, pois a reflexão é acontecimento, manifestando com verdadeira criação em que o mundo é dado ao sujeito (já que não é construção de conceitos), constituindo na leitura fenomenológica a concepção de que o sujeito e o objeto não pode ser dissociado, ou seja, o mundo e eu não pode ser separado, (por exemplo a questão de quando falamos a palavra céu, não esta somente no mundo, esta também em mim) e também não podemos reduzi-la a uma concepção cientifica, pois escapa a ela e ao meio da linguagem pura o conteúdo geral do mundo (o mundo dos fenômenos) , já que ele é algo vivo e que não pode ser congelado no tempo, para ser conceituado, o mundo é reduzido, assim aquilo que nos passa despercebido com a linguagem pura, ou seja aquilo que não é refletido, se faz necessário para que seja então alcançado (refletir o irrefletido), nisto vemos de certa forma uma critica ao pensamento kantiano, que limita a linguagem e as suas formas de expressão, diminuindo as potencialidades de expressar a vida de maneira mais rica e intensa.
Portanto a linguagem tem uma dimensão expressiva, cria novas significações, revelando o modo de ser do sujeito no mundo e com os outros, tomando consciência do mundo, participando das coisas que se vê, iniciando um conhecimento da realidade através da linguagem, pois linguagem é uma realidade falante que a cada instante se inova, não sendo um sistema fechado, assim tendo a relação da palavra e corpo, como abertura para o mundo, desvelando, traduzindo o mundo fenomênico na sua existência concreta, pois isto só é possível com o contato direto com o mundo, retornando ao mundo da experiência,ao mundo da vida, assim descrevendo as coisas do mundo.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Dos Pré-socráticos aos Sofistas

Os pré-socráticos, no qual podemos denominar de um conjunto dos primeiros pensadores da filosofia grega, se caracteriza por encontrar pela via racional, um dos problemas mais contundentes e enigmáticos da vida, que é o da origem e essência do mundo e de tudo que existe. Os primeiros filósofos se perguntavam sobre uma realidade fundamental do universo, ou seja, uma realidade originaria, dando origem a tudo que existe e também subsistência a todas elas e cabendo ser o Omega (fim) de tudo, assim se questionando sobre a phisis, a arché, observou tudo a sua volta e chegaram a uma resposta, no entanto cada um, através da observação e provavelmente do ambiente ao qual estavam inseridos chegaram com respostas sobre o sustentáculo de tudo, pôr cada uma de modo particular, a começar pelos milesianos, tales o primeiro filosofo nos irá propor que tudo prove da água, seu discípulo Anaximandro irá refutar seu mestre dizendo que a água já é derivada e que a arché é o aperion o ilimitado e que a transformação de tudo começa pela injustiça e termina pela justiça no qual irá compensar toda a injustiça ocorrida durante o tempo de existência. Anaxímenes nos propõem uma nova idéia em relação à phisis, sendo a arché o ar, assim colocado como algo definido e ao mesmo tempo ilimitado conciliando a tentativa dos dois primeiros pensadores e de forma mais lógica que seu mestre nos propõe a causa de todas as coisas pela rarefação e pela condensação, sendo que pela rarefação se originara o fogo e a condensação a água, a terra e assim sucessivamente toda a matéria sólida. Empédocles outro pré-socrático irá fazer uma síntese das idéias acima, posto que as coisas não derivem apenas de um, mas de quatro elementos que eram a água, ar, terra e fogo. Pitágoras colocará a origem de tudo, não provindo de um principio material e sim do numero, sendo que este fundamento não se toca, mas intuído pela nossa inteligência, posto o filosofo a observar através da musica que os sons diferentes das cordas de um instrumento de corda se devem aos seus cumprimentos e a suas grossuras, assim tendo uma harmonia e no que se pode pensar o porquê essa tese pitagorica revolucionou o modo de pensar, pois se os números governam a musica, logicamente ela estaria por trás de todas as coisas, assim promovendo uma ordem (cosmos), desse modo ele foi o primeiro pensador a colocar as coisas materiais na dependência de algo imaterial.
Heráclito, da mesma escola dos jônios, irá propor que tudo é um constante devir, e para ele a arché é o fogo, pois este se encontra em constante transformação, e sendo assim também as demais coisas, sendo que a única coisa que não muda é que tudo muda, e a única coisa que é ilusão é o imóvel, Parmênides nos irá propor o contrario de que a única ilusão é o movimento, ele de certa forma irá revolucionar o modo de pensar, pois os demais pré-socráticos (assim dentro desta breve reflexão) haviam pesquisado a respeito do cosmos e de seu principio originário, agora o foco deste filosofo esta no caminho para se chegar ao saber, e através deste ele nos ira propor que só existe o ser, sendo este idêntico a si mesmo, imóvel, atemporal. Heráclito e Parmênides são discutidos na corrente filosófica até hoje, pois nos deixa um legado muito rico. O que também se pode ressaltar é que o mundo visível serviu como ponto de partida para as primeiras indagações filosóficas, posto a importância do conhecimento. No entanto no século V a política exigirá que a democracia (época de ouro deste sistema) então vigente na polis, faca com que os polites tenham a arte de convencer os cidadãos, pois a persuasão faria toda a diferença. Os sofistas entram em cena, mudando o foco da filosofia, da natureza para antropologia, sendo que a busca do conhecimento da verdade não é mais a meta, passando a ser a retórica, o convencimento, a arte da linguagem o predomínio dos sofistas, pois para eles não existia uma verdade absoluta, dando importância ao mundo sensível, tratarão de ensinar os cidadãos em troca de dinheiro, pois a retórica tinha o poder de dar gloria, fama, aplausos e nisto se funda todo trabalho sofista, e estes receberão muitas criticas dos filósofos contemporâneos como Sócrates, definindo a retórica sofista como uma ação sem rigor, assim diz Fernanda Cury (Sócrates, 2006, pg. 39):


“Para substituir a justiça, a ciência filosófica que conhece a própria idéia de bem (...) usam a retórica (...), mas não conhecem o objeto em si e por si mesmos, não os conhecem de maneira essencial, não são capazes de relacionar cada um dos seus fenômenos a uma causalidade e dar assim a razão, o logos do corpo e da alma”. (Coleção iluminados da humanidade)


Assim os sofistas, os primeiros professores romperam com a busca conhecimento absoluto, introduzindo na filosofia a questão do relativismo do saber. Para eles o conhecimento se constrói na perspectiva pessoal de cada individuo. Os principais sofistas de grande nome desta época são Protágoras e Gorgias, este nega todo tipo de verdade objetivo, sendo que a mente chega a resultados diferentes da realidade, o que também se vê é que esta época é propicia para os sofistas, mestres da retórica, o convencimento se torna fundamental para o rumo da polis. De certa forma estes oradores profissionais, faziam com que houvesse manipulação através do convencimento, corrompendo todo o sistema democrático, por isso Sócrates e Platão irão combater o sistema sofista, considerando estes como falsos sábios, em troca de dinheiro ensina a arte da linguagem, a peso de ouro, não tanto a virtude, mas sim, muito mais, a virtude da palavra, sem base racional.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Porque a sabedoria é o conhecimento das causas?

Porque é na sabedoria que encontramos as causas, não uma causa aparente que deixa duvidas, que não esclarece a verdade, ao contrario é a causa por ela mesma, que não deixa no caminho percorrido duvidas, e encontramos na sabedoria o saber supremo, firmando o conhecimento e si mesmo, sendo na sabedoria que as outras ciências adquirem sua busca. A sabedoria tem a realidade da realidade no seu âmago e assim detêm o saber das causas primeiras que deriva toda a realidade, enquanto as ciências focam em um determinado ramo empírico, a visão da sabedoria é um todo e não parte (como cabe de interesse as variadas ciências) desse todo, porque sabe onde é o ponto de partida (ou causa), logo saberá dos meios e fins no qual se destina a trajetória da realidade.

Porque a filosofia pode ser considerada a ciência (ou conhecimento) da verdade?
Porque ela buscará o que as outras ciências e formas de conhecimento ainda não buscou, aperfeiçoando cada vez mais para esclarecer, entender e decifrar enigmas que outras ciências não teve ousadia (até então) de buscar (devido ao limite da própria ciências particulares que enxergam no horizonte um fim, enquanto para o olhar filosófico este mesmo horizonte é sempre o ponto de partida de onde se parou), pois a filosofia tem o papel de desbanalizar o banal, saindo das verdades aparentes (crenças e opiniões) e indo para alem do proposto pelas demais formas de conhecer, buscando o fundamento que condiciona a realidade em si, ou seja a verdade, sendo rigidamente buscada pelas perguntas que permeiam a inquietude do pensador. Um exemplo é a medicina que cuida do corpo doente, que estudando os porquês das doenças tem por finalidade a busca do tratamento e isso basta para sua linha de investigação, agora no campo da filosofia é uma olhar alem do que essa ciência (medicina) vê, buscando o que é o ser, o sentido que envolve sua vida psíquica, corporal, existencial...ou seja, percorre todo caminho e não uma parte dela somente, como faz as demais ciências, sendo a pesquisa filosófica mais demorada ante as questões que cercam as perguntas.

Porque Aristóteles considera a filosofia a ciência do ser?
Ela é para Aristóteles a ciência das causas, pois é a única que estuda o ser enquanto ser, que reformula a noção do ser, sendo o ser análogo, dotado de diferentes sentidos, que concerne as varias categorias por ele proposto, sendo a filosofia a única capaz de desbravar o ser em sua totalidade dito de varias maneiras, e essa variedade encontra-se completo no conhecimento filosófico que tem único e exclusivamente o objetivo de conhecer.

O que significa dizer que “o ser tem muitos significados”?
Significa que o ser a partir do conhecimento sensível sempre mostra o individual e o concreto, de forma indutiva onde os conceitos não são “idéias transcendentes”e sim um fundamento que simplifica determinada categoria de ser dentro da realidade que encontra-se num único mundo (contribuindo e resolvendo as lacunas deixados pelos filósofos antigos até Platão) e salvando a genuinidade de cada ser, partindo do conceito universal, surgindo uma atividade intelectual para a particularidade das variáveis dos seres, classificando de maneira ampla os detalhes de cada ser.