domingo, 22 de janeiro de 2012
Palavras sinceras destinadas as mulheres...
Que as mulheres em sua conquistas ate hoje conquistada a sangue e suor, nao queiram serem iguais aos homens, nao somos bons exemplos, que sejam o que suas essencias clamam e nao belos prototipos enlatados do imaginario masculino, que se valorizem e saiba cultivar suas conquistas e seus espaços, que consiga ser o que sempre sonharam e que seja o diferente, aquilo que compoem suas cancoes de vida, e que deixem os versos e letras dos toscos homens que nao conseguiram compreender a riqueza feminina e que as fizeram escravas das loucuras e insanidades de mitos do universo masculino. seja aquilo que és.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Nossos filhos na guerra.
A que preço pagamos pela ganância de homens dito lideres de uma nação, que devido as suas ganâncias e ânsia por mais poder e controle, subjuga outras nações, entrando em conflitos e guerras, que geram sempre mais desentendimentos e por hora, sabemos que guerra só gera mais guerra, e nada mais, talvez seja isto que queiram, pelo jogo do poder tudo vale, não tem sequer nenhuma ética ou moral, a diferença é por eles aniquiladas, não querem as multiculturas, e como loucos desvairados fazem dos filhos da nação, marionetes de seus sistemas de guerra, engendrando neles a ideologia que diz “a serviço da nação” e o que ocorre é um genocídio, melhor, um fratricídio entre irmãos, que acobertados por tais ideologias, não percebem que pertence antes de mais nada a raça humana, assim em nome da “nação” mutilamos nossos filhos, fazendo para os que morrem “os heróis”da nação, e daqueles que voltam com os mais variados tipos de seqüelas pelas experiências “morrem” nestes efeitos, e infelizmente difícil voltar a viver uma vida vivida antes de uma guerra, tornando-os monstros que sobrevivem com as seqüelas e mortos aqueles que em prol da “nação” foi um dia pra guerra e não voltou para ver os filhos, mulher, família, amigos...assim deixamos omitir pelo “orgulho” nacional a nossa cegueira, que chega a nos causar repulsa pela guerra, e é natural que quando falamos da vida humana, se ainda temos a humanidade dentro de nós, tenhamos aversão a guerra.
Homens tolos aqueles que fazem dos seus filhos maquinas bitoladas prontas a leva-los ao campo de guerra pra matar seu irmão distante, e por causa de desentendimentos dos lideres das nações, tomamos o jugo para nós, e sei da lideranças que oprimem seu povo, e é a eles que devemos fazer com que prestem contas, e não aqueles que rodeados numa ideologia opressora, acaba por seguir as ordens de tais lideres, e a opressão não se encontra somente nos conflitos dos paises, vemos em nossas cidades, que por falta de chance, devido as nossas incoerências na hora de votar (chegando até a loucura do desinteresse político) acabamos por formas meninos de guerra que entram na vida criminal, ou na aceitação da violência silenciosa dos meios de comunicação, que forjam os nossos meninos a serem verdadeiros soldados da intolerância, do preconceitos de classes, racial, cultural, social no âmbito geral, e assim matamos muitos de nossos jovens devido as nossas irresponsabilidades, de nossa falta de consciência política, há muitos que perambulam como zumbis nas vielas das nossas negligencias, há muitos que no conforto de suas mansões, estão anestesiados ao lixo que oferecemos, e também matamos silenciosamente nossos meninos e meninas com a nossa educação efêmera, com conteúdos mecanicistas, que gera apenas falta de interesses e repulsa, aonde nós destinamos o futuro da humanidade, e o que estamos fazendo dos nossos meninos e meninas? É hora de pensar e sempre é hora pra isto!
Homens tolos aqueles que fazem dos seus filhos maquinas bitoladas prontas a leva-los ao campo de guerra pra matar seu irmão distante, e por causa de desentendimentos dos lideres das nações, tomamos o jugo para nós, e sei da lideranças que oprimem seu povo, e é a eles que devemos fazer com que prestem contas, e não aqueles que rodeados numa ideologia opressora, acaba por seguir as ordens de tais lideres, e a opressão não se encontra somente nos conflitos dos paises, vemos em nossas cidades, que por falta de chance, devido as nossas incoerências na hora de votar (chegando até a loucura do desinteresse político) acabamos por formas meninos de guerra que entram na vida criminal, ou na aceitação da violência silenciosa dos meios de comunicação, que forjam os nossos meninos a serem verdadeiros soldados da intolerância, do preconceitos de classes, racial, cultural, social no âmbito geral, e assim matamos muitos de nossos jovens devido as nossas irresponsabilidades, de nossa falta de consciência política, há muitos que perambulam como zumbis nas vielas das nossas negligencias, há muitos que no conforto de suas mansões, estão anestesiados ao lixo que oferecemos, e também matamos silenciosamente nossos meninos e meninas com a nossa educação efêmera, com conteúdos mecanicistas, que gera apenas falta de interesses e repulsa, aonde nós destinamos o futuro da humanidade, e o que estamos fazendo dos nossos meninos e meninas? É hora de pensar e sempre é hora pra isto!
Palavras domadas ou democratizadas pelos discursos dos “eus”.
Se hoje escrevo estas linhas com um pensamento direcionado a elas, de certa forma não é somente “eu” que vive a escrever, pois a experiência que aqui trago é uma conexão de mundos, no qual meu mundo entra em contato e relação constantes com o mundo do outro, e se escrevo isto os direitos do que eu escrevo é também dos outros “tus” assim não sacralizando quem as escreve, mas humanizando, desmistificando tal autoridade que na realidade é de muitos e não de apenas uma pessoas que hoje aqui escreve, e se as escrevo é porque quero manifestar meus pensamentos que se inclinam para tal assunto, ou seja, para a autenticidade dos escritos, ensaios, pesquisas sejam de um ou de vários.
Hoje em dia o que se tem é um discurso capital que culmina na deusalização do autor, sendo uma estratégia da industria cultural conseguir mais dinheiro, no entanto não desmerecendo que tece as linhas dos escritos, mas pensando a que fim ele escreve...
Hoje em dia o que se tem é um discurso capital que culmina na deusalização do autor, sendo uma estratégia da industria cultural conseguir mais dinheiro, no entanto não desmerecendo que tece as linhas dos escritos, mas pensando a que fim ele escreve...
domingo, 30 de janeiro de 2011
Como as pessoas podem passar por ela, sem notar a beleza de sua essencia?
http://www.youtube.com/watch?v=bUqSyj1BSSw
Seriamos capazes de descobrir o que os nossos olhares desapercebidos não percebem? Teriamos a ousadia de derrubar nossos orgulho em prol da felicidade? Estariamos dispostos a sair da monotonia e ver que a cada segundo que se passa não é o mesmo que a que ja passou?
Gotas de palavras que alimentam a alma perpassa a minha neste instante, vejo a beleza do que é viver e o melhor: de se sentir vivo!! muitos passam a ela sem consumi-la em sua totalidade, deixa apequenar o que não pode ser apequenado, deixa virar rotina os instantes como se tudo fosse a mesma coisa, não percebem o sorriso de uma criança? e do orvalho que descansa plenamente na pele de uma flor? e as estrelas? como elas nos inspiram saudades e nos mostra que não dá para passar a vida despercebido, sei que vivemos uma vez e por mais que este pequeno pedaço de eternidade seja algo envolto a um tempo rapido de um nada, conseguiremos eternizar tudo aquilo que fazemos, portanto vivemos, e que caiba a cada uma eterniza-lo nas pessoas que tanto amam, sem perder tempo com mesquinhez, com coisas irrelevantes que aumentão o ego, mas esvazia o coração, que sejamos capazes de ouvir nossos corações que clama pela vida, por vive-la, sem medo de errar, sem medo de ir em busca da felicidade, que é nada mais nada menos, do que resultado do cultivo do amor, um amor que vai além das ilusões, pois pisa no solo real, no dia-a-dia, onde para ver e contemplar a beleza da primavera, se faz necessario o cultivo das flores, sujar as maos, regar as sementes e acreditar na potencia delas.
Seriamos capazes de descobrir o que os nossos olhares desapercebidos não percebem? Teriamos a ousadia de derrubar nossos orgulho em prol da felicidade? Estariamos dispostos a sair da monotonia e ver que a cada segundo que se passa não é o mesmo que a que ja passou?
Gotas de palavras que alimentam a alma perpassa a minha neste instante, vejo a beleza do que é viver e o melhor: de se sentir vivo!! muitos passam a ela sem consumi-la em sua totalidade, deixa apequenar o que não pode ser apequenado, deixa virar rotina os instantes como se tudo fosse a mesma coisa, não percebem o sorriso de uma criança? e do orvalho que descansa plenamente na pele de uma flor? e as estrelas? como elas nos inspiram saudades e nos mostra que não dá para passar a vida despercebido, sei que vivemos uma vez e por mais que este pequeno pedaço de eternidade seja algo envolto a um tempo rapido de um nada, conseguiremos eternizar tudo aquilo que fazemos, portanto vivemos, e que caiba a cada uma eterniza-lo nas pessoas que tanto amam, sem perder tempo com mesquinhez, com coisas irrelevantes que aumentão o ego, mas esvazia o coração, que sejamos capazes de ouvir nossos corações que clama pela vida, por vive-la, sem medo de errar, sem medo de ir em busca da felicidade, que é nada mais nada menos, do que resultado do cultivo do amor, um amor que vai além das ilusões, pois pisa no solo real, no dia-a-dia, onde para ver e contemplar a beleza da primavera, se faz necessario o cultivo das flores, sujar as maos, regar as sementes e acreditar na potencia delas.
domingo, 30 de maio de 2010
Rumo a construção.
Na experiencia humana diante da vida o que há no horizonte? Aparentemente estamos sozinhos em nossas decições e quando caminhamos vemos que o preço da liberdade é um preço alto e que nossa imcopletude é tanta que não conseguimos ser uma ilha.
Compartilhamos com os outros nossa existencia, alias em cada momentos temos o poder de escolha em quem fará parte de nossas vidas até seu fim, algumas ficam sem ao menos querer, que modo de ser será o mais necessario? com toda certeza o autentico, que propoe ao proprio individuo ante a existencia um estado de angustia, mas que ao contraio do medo, não nos paraliza, pelo contrario nos concienctiza que somos nos os unicos construtores desta provavel existencia que constitui de possibilidades.
Somos responsaveis por aquilo que fazemos e por aquilo que deixamos de fazer, pois liberdade é coisa seria, porque sua historia esta sendo feitas mediante seus atos, e por fim temos a ultima possibilidade que finaliza as outras possibilidades percorridas, conquistadas ou até deixadas de lado: a morte.
e que tomamos nossa existencia como pauta a uma vida mais refletida, para que possamos ser seres autenticos, concientes da nossa existencia e feitores da nossa propria historia, assim não se refugiando de si, pois mentir para si mesmo é como não ter para onde ir, e como dizia o poeta; "que a morte não me pegue um dia, solitário sem ter feito o que eu queria"
Compartilhamos com os outros nossa existencia, alias em cada momentos temos o poder de escolha em quem fará parte de nossas vidas até seu fim, algumas ficam sem ao menos querer, que modo de ser será o mais necessario? com toda certeza o autentico, que propoe ao proprio individuo ante a existencia um estado de angustia, mas que ao contraio do medo, não nos paraliza, pelo contrario nos concienctiza que somos nos os unicos construtores desta provavel existencia que constitui de possibilidades.
Somos responsaveis por aquilo que fazemos e por aquilo que deixamos de fazer, pois liberdade é coisa seria, porque sua historia esta sendo feitas mediante seus atos, e por fim temos a ultima possibilidade que finaliza as outras possibilidades percorridas, conquistadas ou até deixadas de lado: a morte.
e que tomamos nossa existencia como pauta a uma vida mais refletida, para que possamos ser seres autenticos, concientes da nossa existencia e feitores da nossa propria historia, assim não se refugiando de si, pois mentir para si mesmo é como não ter para onde ir, e como dizia o poeta; "que a morte não me pegue um dia, solitário sem ter feito o que eu queria"
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Arte e Ciencia.
Relação entre arte e ciência.
Primeiro fato que podemos entrelaçar entre ambas fontes que expressam o humano em conhecer o mundo como é e como pode ser, é a relação de que estão na historia e possui sua própria historia, além das características que permeia o conhecer e imaginar, pois o cientista chega a um certo ponto de sua pesquisa onde a imaginação deve fluir para que possa seguir adiante e também o artista deve conhecer a realidade para poder realizar seu trabalho tanto na estrutura do mundo quanto na criação de “outros mundos”.
Logo o que há é uma relação de ambos que são separados por uma camada fina de realidade, pois para haver purificação e prosseguimento de cada um, deve haver partilha entre ambos, pois um exacerbado extremo de acreditar que ambos são tão distintos que não se identificam é pura ilusão, pois como Einstein salientou sobre a importância da imaginação, já que para elaborar a sua teoria da relatividade tivera que emprestar de outras fontes um mundo além do aparente e obvio, já que sem isso seria impossível chegar a conclusão que chegou.
Seria como uma área controlasse a outra por meio de suas características, estabelecendo um meio termo, pois os extremos de um fundamentalismo cientifico mecaniza um mundo que tem “alma” e no extremo da arte o desencontro de um possível conhecimento exterior desta “alma” mundana, entretanto vale ressaltar que um complementa o outro, pelo fato de que a ciência não é detentora de todo conhecimento e a arte não é toda imaginação, logo dependendo de se relacionar ante o tempo, já que nem todo saber é uma ilha e sim um emaranhado histórico onde cada área tem sua contribuição a outra e assim ciclicamente, apesar de haver ante a historia ideólogos defensores da unicidade, conservando um totalitarismo oligárquico tanto cientifico quanto artístico, no entanto existe os democráticos que sabem que só há historia se não houver exageros, pois o que movimenta o mundo não é uma área do saber e sim todos os saberes que nos leva a conhecer o mundo e sua interioridade encontrada no ser humano e que estabelece sua forma de se expressar aos conhecimento, já que a ciência é um conhecimento racional mas que não exclui a imaginação e a arte é um meio do ser humano de gritar entre a grades das informações (que nos desinforma) que queremos se libertar.
Primeiro fato que podemos entrelaçar entre ambas fontes que expressam o humano em conhecer o mundo como é e como pode ser, é a relação de que estão na historia e possui sua própria historia, além das características que permeia o conhecer e imaginar, pois o cientista chega a um certo ponto de sua pesquisa onde a imaginação deve fluir para que possa seguir adiante e também o artista deve conhecer a realidade para poder realizar seu trabalho tanto na estrutura do mundo quanto na criação de “outros mundos”.
Logo o que há é uma relação de ambos que são separados por uma camada fina de realidade, pois para haver purificação e prosseguimento de cada um, deve haver partilha entre ambos, pois um exacerbado extremo de acreditar que ambos são tão distintos que não se identificam é pura ilusão, pois como Einstein salientou sobre a importância da imaginação, já que para elaborar a sua teoria da relatividade tivera que emprestar de outras fontes um mundo além do aparente e obvio, já que sem isso seria impossível chegar a conclusão que chegou.
Seria como uma área controlasse a outra por meio de suas características, estabelecendo um meio termo, pois os extremos de um fundamentalismo cientifico mecaniza um mundo que tem “alma” e no extremo da arte o desencontro de um possível conhecimento exterior desta “alma” mundana, entretanto vale ressaltar que um complementa o outro, pelo fato de que a ciência não é detentora de todo conhecimento e a arte não é toda imaginação, logo dependendo de se relacionar ante o tempo, já que nem todo saber é uma ilha e sim um emaranhado histórico onde cada área tem sua contribuição a outra e assim ciclicamente, apesar de haver ante a historia ideólogos defensores da unicidade, conservando um totalitarismo oligárquico tanto cientifico quanto artístico, no entanto existe os democráticos que sabem que só há historia se não houver exageros, pois o que movimenta o mundo não é uma área do saber e sim todos os saberes que nos leva a conhecer o mundo e sua interioridade encontrada no ser humano e que estabelece sua forma de se expressar aos conhecimento, já que a ciência é um conhecimento racional mas que não exclui a imaginação e a arte é um meio do ser humano de gritar entre a grades das informações (que nos desinforma) que queremos se libertar.
o que é o ser?
Quem ousa dizer quem és? somos uma construção, algo inacabado. estamos no mundo como um ser ai como diz Heidegger. a nossa questão existencialista nos enbasa ao que somos e o que podemos ser, diante das possibilidades é preciso tentar e em muitos casos realizar aquilo que o ser sempre sonhou ser, e o que é o ser entao? um ser em construçao! e como conhece-lo? conhece a ti mesmo , pois o outro pode ter uma vaga ideia do que seja voce, mas quem saberá quem tu és é voce proprio, ou melhor dizendo, seguindo uma linha de raciocinio do pensamento de Heidegger, somos um ser no mundo que se constroi diante das possibilidades, diguindo o ser autentico do ser inautentico, e qual é a diferença? o ser autentico busca sua essencia, quanto ao outro foge de si, pois teme a possibilidade que acalentará todas as possibilidades vividas: a morte.
cabe a nós descobrir quem somos dentro da realidade constante que nós imprime a saber viver, tornando-nos um ser autentico.
cabe a nós descobrir quem somos dentro da realidade constante que nós imprime a saber viver, tornando-nos um ser autentico.
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