quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Poder até nao mais poder... Poder e a violencia.

O poder é reflexo do consentimento de muitos, onde a maioria se submete a um individuo que portará a administrar os interesses gerais, e em relação a autoridade, esta só é possível com o respeito dos demais, pois o poder que se materializa em sua conduta, levará ao ato real de conduzir o que interessa a todos, tendo forca para prosseguir tal intento sem o uso da violência, enquanto o poder é constituído pelo consentimento de muitos dentro do contexto político, a violência de certa forma age em menor numero, porem tendo eficácia através de sua característica coerção e seus instrumentos. E se a obediência (ordens não acatadas) não é possível, um governo pode estar munido dos instrumentos de violência, mas só os instrumentos se torna sua luta vã e isto denota que o poder necessita do consentimento enquanto a violência de seus instrumentos, mais só sendo realizáveis se aprouver a todos a consentimento do exercício do poder. Como exemplo a guerra do Vietnã, onde camponeses detinham instrumentos de violência quase inúteis, mas que através de sua organização, mostrou ser mais poderoso que o Estados Unidos, logo o poder é a parte essencial de um governo, mas a violência só é um recurso usado em ultima instancia, e apesar da violência estar ambos os lados do conflito, somente aquele que tiver o poder ao seu lado é que vencera e que a violência já demonstra um sinal de fraqueza e uma possível mudança, mas quem da o veredicto é o poder.
O poder é reflexo do consentimento de muitos, onde a maioria se submete a um individuo que portará a administrar os interesses gerais, e em relação a autoridade, esta só é possível com o respeito dos demais, pois o poder que se materializa em sua conduta, levará ao ato real de conduzir o que interessa a todos, tendo forca para prosseguir tal intento sem o uso da violência, enquanto o poder é constituído pelo consentimento de muitos dentro do contexto político, a violência de certa forma age em menor numero, porem tendo eficácia através de sua característica coerção e seus instrumentos. E se a obediência (ordens não acatadas) não é possível, um governo pode estar munido dos instrumentos de violência, mas só os instrumentos se torna sua luta vã e isto denota que o poder necessita do consentimento enquanto a violência de seus instrumentos, mais só sendo realizáveis se aprouver a todos a consentimento do exercício do poder. Como exemplo a guerra do Vietnã, onde camponeses detinham instrumentos de violência quase inúteis, mas que através de sua organização, mostrou ser mais poderoso que o Estados Unidos, logo o poder é a parte essencial de um governo, mas a violência só é um recurso usado em ultima instancia, e apesar da violência estar ambos os lados do conflito, somente aquele que tiver o poder ao seu lado é que vencera e que a violência já demonstra um sinal de fraqueza e uma possível mudança, mas quem da o veredicto é o poder.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Carta destinada para uma amiga...

Você teme tanto a opressão dos outros em si que acaba sem querendo tornando-se opressora de si própria, desacreditando dos seus sonhos e de certa forma deixando a opressão de si própria, tirana de seus sonhos, enterrando-as sem ao menos tentar, que opressão você mais teme o exterior ou interior?? Quem teme realizar os sonhos vira escravo do pessimismo, acreditando que a preguiça e o comodismo, “estabilidades” tão sonhada pelos capitalista consumistas em serie seja atrofiadora daquilo que acredita mas não realiza, e como diria a musica do rapa “a minha alma esta armada e apontada para cara do sossego e paz sem voz... não é paz é medo!” e além do mais, acreditar que com o passar dos anos ficamos mais velho isto é a pior mentira! Aqueles que não sonham se tornam velhos, estes sim, mas aqueles que decidem enfrentar a realidade e desafia-la a cada instante nasce, um velho morre e um outro nasce, crescimento como o velho é a semente, mas que se torna a todo e cada crescimento uma novidade de potencia, nascemos o tempo todo, mas o tempo do comodismo e da covardia nos engana e nos faz com que se estabilizemos, deixar como esta, dizendo não as novidades, encarcerando sua sede de ser, vendendo a liberdade por migalhas de segurança que enterram os sonhos, pois teve medo de ousar. Saímos do ventre de nossas mães porque necessitaríamos de oportunidade para crescer, fomos expulsos do mundo que nos garantia tudo e depois crescemos e porque crescemos? Questão de vida, do saber viver, pois se nos continuássemos no útero de nossas mães morreríamos todos, pois para o verdadeiro amor é necessário expulsar para fora o que então estava acomodado para então poder crescer, amor que nasce do limite que se transpassa a todo instante,e agora? Nascemos, deixamos que o mundo novo que não é tão aconchegante como o mundo antigo venha ou morreremos na velhice do útero deixando os sonhos e o sonhador morrer? Velho é aquele que não se descobre a todo instante e novo é aquele que a todo instante descobre o mundo novo: os sonhos que não envelhece mas que se estabelece a cada chão conquistado e é isso que importa, sofrer é amar e amar é se delimitar, conquistar espaço de um mundo que só cabe aos sonhadores conhecerem e aonde esta o novo? A velhice é uma questão de hábitos e não de anos! Pois metade de nos é o que já esta estabelecido, mas a outra é o que há de ser, o mundo novo, e para nascer deve destruir o mundo antigo, deixa-lo no seu lugar: na lembrança, pois a outra metade deve ser buscada a cada instante, o mundo velho é como um ovo, é preciso quebra-lo, para poder conquistar o mundo novo que é além, conquistar o espaço que permeia além do ovo, e como fica? Ficar no ovo ou sair dele? Se acomodar ou ousar? Quer se libertar do terreno monótono? Então seja concreta e realize seus sonhos, lógico que essa decisão se faz no mundo real, mas que o mundo abre alas a aqueles que sabe onde vai, não tem fim, é algo que vive, não apenas existindo, mas a cada momento vivificando seu ser, tornando-o mais humano e menos pragmático, deixando de ser mesmice, para ser o que há de ser, sonhar é a meta que nos traz o caminho a ser feito, porem na realidade se desestabiliza e há de ter coragem para chegar aonde o coração sempre quis, por isso que poucos vivem, e muitos como a massa perde sua identidade em troca de migalhas existenciais, vendendo seus sonhos por nada, viver é arte de poucos!!!! E há também aqueles que acham que atuam, porem não atuam, tornam seus sonhos utopias e fazem o outro acreditar que ele é um sonhador que realiza, é estes que põem aos céticos os sonhos a baila, pois não põem na pratica o que dizem querer ser, mas não se engane o que realmente atuam na sua existência são concretos e se constrói a todo instante, não deixando que os devaneio que paralisam os sonhos apenas nas idéias torne-se utopia, é de concretude é que se objetiva o sonho e cuidado com os dom Quixote, que lutam contra muinhos de ventos, no entanto não sabe sonhar na concretude, querem dizer aos outros que sonham, mas ficam por isso mesmo, os verdadeiros sonhadores não se importam com quem os possa machucar e muitos menos com aqueles que os escutem, pois sua autenticidade constituem em si mesmo, fazedor de sua própria historia, não precisando provar nada para ninguém, pois a realidade silenciosa já diz tudo. Não é só de palavras que o sonhos se estabelecem é na ação humana que permanece, pois o ponta pé inicial pode ser teórico, dentro da psique, no entanto do que vale a teoria se não por em pratica? Falar qualquer um fala, mas poucos fazem, esses são autênticos, autônomos, sabem o que quer, não vendendo seus sonhos e muitos menos teorizando nas desilusões, pois a busca do ausente se torna presente, e os sonhadores tem fome de futuro, e para isso choram, sorriem, jogam o jogo da vida e são os únicos a saber como o jogo realmente funciona, é no conflito que crescemos, amadurecemos e se tornamos a cada instante um novo ser, velhice é para os acomodados! Deixar o palco sua vida para que os outros controlem é se alienar, desacreditar e enterrar seus sonhos, os sonhadores sabem que não é a vida que nos leva, mas nos que a conduzimos, dirigimos o espetáculo, atuamos nele e sabemos com toda consciência que o jogo da vida é de verdade, mas não recuamos, atuamos com forca e coragem, seguindo adiante sem olhar para trás, pois olhar para trás é saudosismo, é tornar-se pedra, parar no caminho para remoer o que já foi e não pode ser, os sonhadores sabe que o novo assusta, mas mesmo assim nos instiga a desbrava-lo, é fome daqueles que sentem suas vidas que já foi saciadas, mas que agora precisa se alimentar com o que esta crescendo, que colheram e saboreiam esta nova etapa aqueles que tornaram seus sonhos em realidade, utopia? Para acomodados e dom Quixotes! Para os que sabem viver suas loucuras é realidade que nos faz ser a todo instante novos, não pretendo apenas dizer, quero fazer, não quero desistir, quero insistir, persistir, continuar mesmo que muitos não entenda esta “loucura” não importa! Deixem que ladrem, façam o que quiser, enquanto faço parte de banda da vida que passa e os que falam suas opiniões ficam.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Palavras sinceras destinadas as mulheres...

Que as mulheres em sua conquistas ate hoje conquistada a sangue e suor, nao queiram serem iguais aos homens, nao somos bons exemplos, que sejam o que suas essencias clamam e nao belos prototipos enlatados do imaginario masculino, que se valorizem e saiba cultivar suas conquistas e seus espaços, que consiga ser o que sempre sonharam e que seja o diferente, aquilo que compoem suas cancoes de vida, e que deixem os versos e letras dos toscos homens que nao conseguiram compreender a riqueza feminina e que as fizeram escravas das loucuras e insanidades de mitos do universo masculino. seja aquilo que és.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Nossos filhos na guerra.

A que preço pagamos pela ganância de homens dito lideres de uma nação, que devido as suas ganâncias e ânsia por mais poder e controle, subjuga outras nações, entrando em conflitos e guerras, que geram sempre mais desentendimentos e por hora, sabemos que guerra só gera mais guerra, e nada mais, talvez seja isto que queiram, pelo jogo do poder tudo vale, não tem sequer nenhuma ética ou moral, a diferença é por eles aniquiladas, não querem as multiculturas, e como loucos desvairados fazem dos filhos da nação, marionetes de seus sistemas de guerra, engendrando neles a ideologia que diz “a serviço da nação” e o que ocorre é um genocídio, melhor, um fratricídio entre irmãos, que acobertados por tais ideologias, não percebem que pertence antes de mais nada a raça humana, assim em nome da “nação” mutilamos nossos filhos, fazendo para os que morrem “os heróis”da nação, e daqueles que voltam com os mais variados tipos de seqüelas pelas experiências “morrem” nestes efeitos, e infelizmente difícil voltar a viver uma vida vivida antes de uma guerra, tornando-os monstros que sobrevivem com as seqüelas e mortos aqueles que em prol da “nação” foi um dia pra guerra e não voltou para ver os filhos, mulher, família, amigos...assim deixamos omitir pelo “orgulho” nacional a nossa cegueira, que chega a nos causar repulsa pela guerra, e é natural que quando falamos da vida humana, se ainda temos a humanidade dentro de nós, tenhamos aversão a guerra.
Homens tolos aqueles que fazem dos seus filhos maquinas bitoladas prontas a leva-los ao campo de guerra pra matar seu irmão distante, e por causa de desentendimentos dos lideres das nações, tomamos o jugo para nós, e sei da lideranças que oprimem seu povo, e é a eles que devemos fazer com que prestem contas, e não aqueles que rodeados numa ideologia opressora, acaba por seguir as ordens de tais lideres, e a opressão não se encontra somente nos conflitos dos paises, vemos em nossas cidades, que por falta de chance, devido as nossas incoerências na hora de votar (chegando até a loucura do desinteresse político) acabamos por formas meninos de guerra que entram na vida criminal, ou na aceitação da violência silenciosa dos meios de comunicação, que forjam os nossos meninos a serem verdadeiros soldados da intolerância, do preconceitos de classes, racial, cultural, social no âmbito geral, e assim matamos muitos de nossos jovens devido as nossas irresponsabilidades, de nossa falta de consciência política, há muitos que perambulam como zumbis nas vielas das nossas negligencias, há muitos que no conforto de suas mansões, estão anestesiados ao lixo que oferecemos, e também matamos silenciosamente nossos meninos e meninas com a nossa educação efêmera, com conteúdos mecanicistas, que gera apenas falta de interesses e repulsa, aonde nós destinamos o futuro da humanidade, e o que estamos fazendo dos nossos meninos e meninas? É hora de pensar e sempre é hora pra isto!

Palavras domadas ou democratizadas pelos discursos dos “eus”.

Se hoje escrevo estas linhas com um pensamento direcionado a elas, de certa forma não é somente “eu” que vive a escrever, pois a experiência que aqui trago é uma conexão de mundos, no qual meu mundo entra em contato e relação constantes com o mundo do outro, e se escrevo isto os direitos do que eu escrevo é também dos outros “tus” assim não sacralizando quem as escreve, mas humanizando, desmistificando tal autoridade que na realidade é de muitos e não de apenas uma pessoas que hoje aqui escreve, e se as escrevo é porque quero manifestar meus pensamentos que se inclinam para tal assunto, ou seja, para a autenticidade dos escritos, ensaios, pesquisas sejam de um ou de vários.
Hoje em dia o que se tem é um discurso capital que culmina na deusalização do autor, sendo uma estratégia da industria cultural conseguir mais dinheiro, no entanto não desmerecendo que tece as linhas dos escritos, mas pensando a que fim ele escreve...

domingo, 30 de janeiro de 2011

Como as pessoas podem passar por ela, sem notar a beleza de sua essencia?

http://www.youtube.com/watch?v=bUqSyj1BSSw
Seriamos capazes de descobrir o que os nossos olhares desapercebidos não percebem? Teriamos a ousadia de derrubar nossos orgulho em prol da felicidade? Estariamos dispostos a sair da monotonia e ver que a cada segundo que se passa não é o mesmo que a que ja passou?
Gotas de palavras que alimentam a alma perpassa a minha neste instante, vejo a beleza do que é viver e o melhor: de se sentir vivo!! muitos passam a ela sem consumi-la em sua totalidade, deixa apequenar o que não pode ser apequenado, deixa virar rotina os instantes como se tudo fosse a mesma coisa, não percebem o sorriso de uma criança? e do orvalho que descansa plenamente na pele de uma flor? e as estrelas? como elas nos inspiram saudades e nos mostra que não dá para passar a vida despercebido, sei que vivemos uma vez e por mais que este pequeno pedaço de eternidade seja algo envolto a um tempo rapido de um nada, conseguiremos eternizar tudo aquilo que fazemos, portanto vivemos, e que caiba a cada uma eterniza-lo nas pessoas que tanto amam, sem perder tempo com mesquinhez, com coisas irrelevantes que aumentão o ego, mas esvazia o coração, que sejamos capazes de ouvir nossos corações que clama pela vida, por vive-la, sem medo de errar, sem medo de ir em busca da felicidade, que é nada mais nada menos, do que resultado do cultivo do amor, um amor que vai além das ilusões, pois pisa no solo real, no dia-a-dia, onde para ver e contemplar a beleza da primavera, se faz necessario o cultivo das flores, sujar as maos, regar as sementes e acreditar na potencia delas.