Relação entre arte e ciência.
Primeiro fato que podemos entrelaçar entre ambas fontes que expressam o humano em conhecer o mundo como é e como pode ser, é a relação de que estão na historia e possui sua própria historia, além das características que permeia o conhecer e imaginar, pois o cientista chega a um certo ponto de sua pesquisa onde a imaginação deve fluir para que possa seguir adiante e também o artista deve conhecer a realidade para poder realizar seu trabalho tanto na estrutura do mundo quanto na criação de “outros mundos”.
Logo o que há é uma relação de ambos que são separados por uma camada fina de realidade, pois para haver purificação e prosseguimento de cada um, deve haver partilha entre ambos, pois um exacerbado extremo de acreditar que ambos são tão distintos que não se identificam é pura ilusão, pois como Einstein salientou sobre a importância da imaginação, já que para elaborar a sua teoria da relatividade tivera que emprestar de outras fontes um mundo além do aparente e obvio, já que sem isso seria impossível chegar a conclusão que chegou.
Seria como uma área controlasse a outra por meio de suas características, estabelecendo um meio termo, pois os extremos de um fundamentalismo cientifico mecaniza um mundo que tem “alma” e no extremo da arte o desencontro de um possível conhecimento exterior desta “alma” mundana, entretanto vale ressaltar que um complementa o outro, pelo fato de que a ciência não é detentora de todo conhecimento e a arte não é toda imaginação, logo dependendo de se relacionar ante o tempo, já que nem todo saber é uma ilha e sim um emaranhado histórico onde cada área tem sua contribuição a outra e assim ciclicamente, apesar de haver ante a historia ideólogos defensores da unicidade, conservando um totalitarismo oligárquico tanto cientifico quanto artístico, no entanto existe os democráticos que sabem que só há historia se não houver exageros, pois o que movimenta o mundo não é uma área do saber e sim todos os saberes que nos leva a conhecer o mundo e sua interioridade encontrada no ser humano e que estabelece sua forma de se expressar aos conhecimento, já que a ciência é um conhecimento racional mas que não exclui a imaginação e a arte é um meio do ser humano de gritar entre a grades das informações (que nos desinforma) que queremos se libertar.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
o que é o ser?
Quem ousa dizer quem és? somos uma construção, algo inacabado. estamos no mundo como um ser ai como diz Heidegger. a nossa questão existencialista nos enbasa ao que somos e o que podemos ser, diante das possibilidades é preciso tentar e em muitos casos realizar aquilo que o ser sempre sonhou ser, e o que é o ser entao? um ser em construçao! e como conhece-lo? conhece a ti mesmo , pois o outro pode ter uma vaga ideia do que seja voce, mas quem saberá quem tu és é voce proprio, ou melhor dizendo, seguindo uma linha de raciocinio do pensamento de Heidegger, somos um ser no mundo que se constroi diante das possibilidades, diguindo o ser autentico do ser inautentico, e qual é a diferença? o ser autentico busca sua essencia, quanto ao outro foge de si, pois teme a possibilidade que acalentará todas as possibilidades vividas: a morte.
cabe a nós descobrir quem somos dentro da realidade constante que nós imprime a saber viver, tornando-nos um ser autentico.
cabe a nós descobrir quem somos dentro da realidade constante que nós imprime a saber viver, tornando-nos um ser autentico.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Acesso a todos à “arte”, que arte? Industria cultural, isto é ser democrático?
A indústria da “cultura” desfacela o caráter da arte que é peculiar à reflexão, com finalidades apenas consumista, que dita como a arte deve ser já o que interessa é o consumo desenfreado da “massa” que ao invés de escolher, apenas se submetem ao que esta na “moda”.
Infantilizaram nossa essência, o que vemos hoje nos grandes sistemas de comunicação é uma alienação recíproca do espectador, empobrecendo sua capacidade reflexiva, hoje não somos informados, somos bombardeados em desinformações, os jornais manipulam o processo de decisão do individuo, fazendo acreditar nos efeitos (como guerras, revoltas) sem pensar nas causas, pondo a acreditar que o que acontece no agora não tem nenhum passado, fazendo com que a programação, programe o individuo, tornando-os insaciáveis, como uma criança que quer tudo na hora e os adultos os concede, mas nesta inversão ideológica que a massa não percebe, o “grande irmão” nos oferece nesta dita “democracia” a atrofia de nossos cérebros que só pensa, quer dizer, se submete aquilo que os diz a fazer e que arte é esta que nos oferece? Liberdade de reflexão, pensar, criar ou escravidão, fast-food, infantilidade?
Cuidado e desconfiança devemos ter quando alguém nos diz que alguma coisa deve ser democrática, pois em grande parte, que condiz ao consumismo, só querem que você consuma e tenha a aparência de que se insere em um grupo diferenciado, mentira! Pois o que interessa aos verdadeiros pensadores é o ser e não o ter.
O capitalismo inverte todo modo de viver, encarceram mentes humanas, empobrecem nossa intelectualidade, nos diminuindo a consumidores da ultima tendência, e o pior que quase todos acatam suas vontades, criam sonhos artificiais no ter, e esquecem dos sonhos do ser, aqueles que são verdadeiros e essenciais, arautos libertadores, construtores da nossa vida, vendemos nossa liberdade pelo que os “outros” pensam, não somos mais seres pensantes, críticos, não fazemos digestão daquilo que nos põem a mesa, apenas aceitamos estes refinamentos estragados, ilusões que vendem desejos consumistas e o que fizemos de nós, dos nossos sonhos verdadeiros? Vendemos! Mas quem são eles, quem eles pensam que são? Deixam-nos com sede e não nos deixam pensar! E que democracia que eles falam? A do consumo!
O que é arte hoje? Autônoma ou apenas um instrumentos das propagandas para induzir os consumidores a se iludirem com dentes brancos dos comerciais? Tudo se tornou mercado? Cadê nossos artistas que criam, expressam contra o “grande irmão”? alienamos na política, deixamos a educação ser conduzidas por interesses de alguns que em vez de emancipar, escraviza ao consumo, vendemos barato nossos sonhos a troco de migalhas de ilusões consumistas, deixamos de tomar posse do que somos, para sermos o que a moda dita, que a estética (deturpada hoje pelo capitalismo) manda, saímos do comando dos espetáculo da nossa existência para escravo da industria cultural, onde esta a verdadeira arte de viver? Onde se encontra a arte? Tornamo-nos críticos de coisas rebatidas, memorizamos frases repetidas, a musica tornou banal, a televisão nos deixa a cada dia burros, não somos autônomos de nosso querer, as propagandas nos comandam, somos crianças (pelo lado depreciativo) que querem por que querem sem ao menos saber porque querem, se entendemos democracia como liberdade de pessoas conscientes que partilham de um objetivo consciente, tendo liberdade de expor suas indagações, que tipo de democracia querem que nos faca engolir no meio desse consumismo selvagem e que não pensa?
Infantilizaram nossa essência, o que vemos hoje nos grandes sistemas de comunicação é uma alienação recíproca do espectador, empobrecendo sua capacidade reflexiva, hoje não somos informados, somos bombardeados em desinformações, os jornais manipulam o processo de decisão do individuo, fazendo acreditar nos efeitos (como guerras, revoltas) sem pensar nas causas, pondo a acreditar que o que acontece no agora não tem nenhum passado, fazendo com que a programação, programe o individuo, tornando-os insaciáveis, como uma criança que quer tudo na hora e os adultos os concede, mas nesta inversão ideológica que a massa não percebe, o “grande irmão” nos oferece nesta dita “democracia” a atrofia de nossos cérebros que só pensa, quer dizer, se submete aquilo que os diz a fazer e que arte é esta que nos oferece? Liberdade de reflexão, pensar, criar ou escravidão, fast-food, infantilidade?
Cuidado e desconfiança devemos ter quando alguém nos diz que alguma coisa deve ser democrática, pois em grande parte, que condiz ao consumismo, só querem que você consuma e tenha a aparência de que se insere em um grupo diferenciado, mentira! Pois o que interessa aos verdadeiros pensadores é o ser e não o ter.
O capitalismo inverte todo modo de viver, encarceram mentes humanas, empobrecem nossa intelectualidade, nos diminuindo a consumidores da ultima tendência, e o pior que quase todos acatam suas vontades, criam sonhos artificiais no ter, e esquecem dos sonhos do ser, aqueles que são verdadeiros e essenciais, arautos libertadores, construtores da nossa vida, vendemos nossa liberdade pelo que os “outros” pensam, não somos mais seres pensantes, críticos, não fazemos digestão daquilo que nos põem a mesa, apenas aceitamos estes refinamentos estragados, ilusões que vendem desejos consumistas e o que fizemos de nós, dos nossos sonhos verdadeiros? Vendemos! Mas quem são eles, quem eles pensam que são? Deixam-nos com sede e não nos deixam pensar! E que democracia que eles falam? A do consumo!
O que é arte hoje? Autônoma ou apenas um instrumentos das propagandas para induzir os consumidores a se iludirem com dentes brancos dos comerciais? Tudo se tornou mercado? Cadê nossos artistas que criam, expressam contra o “grande irmão”? alienamos na política, deixamos a educação ser conduzidas por interesses de alguns que em vez de emancipar, escraviza ao consumo, vendemos barato nossos sonhos a troco de migalhas de ilusões consumistas, deixamos de tomar posse do que somos, para sermos o que a moda dita, que a estética (deturpada hoje pelo capitalismo) manda, saímos do comando dos espetáculo da nossa existência para escravo da industria cultural, onde esta a verdadeira arte de viver? Onde se encontra a arte? Tornamo-nos críticos de coisas rebatidas, memorizamos frases repetidas, a musica tornou banal, a televisão nos deixa a cada dia burros, não somos autônomos de nosso querer, as propagandas nos comandam, somos crianças (pelo lado depreciativo) que querem por que querem sem ao menos saber porque querem, se entendemos democracia como liberdade de pessoas conscientes que partilham de um objetivo consciente, tendo liberdade de expor suas indagações, que tipo de democracia querem que nos faca engolir no meio desse consumismo selvagem e que não pensa?
A vida existente ou vida vivente?
Se parasse agora para fazer um relato ou um documentário sobre sua vida o que você diria?
Nascemos, crescemos, fazemos descobertas, nos especializamos em alguma área do saber, viramos adeptos a algo, sorrimos, choramos, caímos, levantamos, e ai? Você viveu a vida ou a vida viveu você? Você fez suas escolhas ou deixou que a vida te escolhesse? Você ama tudo o que viveu ou se lamenta?
Você teme a morte? Por quê? Nascemos e morremos a todo instante, isso é natural não acha? Fazemos escolhas e dentro delas as possibilidades dos sim e também a negação do contrario, por exemplo: se escolhe o branco, logo se nega o vermelho, amarelo, etc.
Numa realidade honesta conosco mesmo, veremos que consumismo a vida, para depois ser consumido pela morte, mas devemos morrer no momento certo, mas que momento é esse? Não se assuste, e muito menos se afobe, quero dizer que muitas pessoas morrem cotidianamente em vida com vãs preocupações, você sabe quais são as coisas essenciais em tua vida? Muitos só percebem essas essências quando as perdem ou quando corre o risco de perde-las, e a morte de certa forma nos lembra das coisas importante que temos em nossa vida, lógico que não falo de coisas, mas sim de quem temos na vida, de modo que não devemos suportar a morte em vida e muito menos aceita-la, estamos na batalha das constâncias que nunca cessa, então devemos conduzir as rédeas da vida e valoriza-las ante a morte, sendo que esta quando chegar, não teremos contato com ela, e quando estivermos vivos, ela não chegará a te ver.
Muitos do que vemos, dentro a ditadura do capital, é como pégaso preso ao arado, que esquece de desbravar seus sonhos e se vendem por um preço banal, pois é mais fácil obedecer do que conduzir a si próprio não acha? Ora! O espírito é construindo partir da escolhas que fazemos ou deixamos de fazer e quem é você? Não falo de status, do ter, e sim do ser, quem és? Muitos represam o que não deviam represar, e deixam florescer aquilo que deveria adormecer, e o que tens feito, tens tido satisfação? É o que queria?
Acredita ser possível, tornar o sonho realidade, somente espírito livres de qualquer ladainha, pois sabem que a liberdade é um preço alto e a vida calma é perigosa, monótona, que esvazia o ser, você faz suas escolhas ou a vida que escolhe para ti? Você caminha ou deixa que a vida te arraste? Sonhar realiza-los ou enterra-los em troca de migalhas? Sonhos são únicos e invaloraveis, então que realizemos os sonhos, ousemos realiza-los!
Nascemos, crescemos, fazemos descobertas, nos especializamos em alguma área do saber, viramos adeptos a algo, sorrimos, choramos, caímos, levantamos, e ai? Você viveu a vida ou a vida viveu você? Você fez suas escolhas ou deixou que a vida te escolhesse? Você ama tudo o que viveu ou se lamenta?
Você teme a morte? Por quê? Nascemos e morremos a todo instante, isso é natural não acha? Fazemos escolhas e dentro delas as possibilidades dos sim e também a negação do contrario, por exemplo: se escolhe o branco, logo se nega o vermelho, amarelo, etc.
Numa realidade honesta conosco mesmo, veremos que consumismo a vida, para depois ser consumido pela morte, mas devemos morrer no momento certo, mas que momento é esse? Não se assuste, e muito menos se afobe, quero dizer que muitas pessoas morrem cotidianamente em vida com vãs preocupações, você sabe quais são as coisas essenciais em tua vida? Muitos só percebem essas essências quando as perdem ou quando corre o risco de perde-las, e a morte de certa forma nos lembra das coisas importante que temos em nossa vida, lógico que não falo de coisas, mas sim de quem temos na vida, de modo que não devemos suportar a morte em vida e muito menos aceita-la, estamos na batalha das constâncias que nunca cessa, então devemos conduzir as rédeas da vida e valoriza-las ante a morte, sendo que esta quando chegar, não teremos contato com ela, e quando estivermos vivos, ela não chegará a te ver.
Muitos do que vemos, dentro a ditadura do capital, é como pégaso preso ao arado, que esquece de desbravar seus sonhos e se vendem por um preço banal, pois é mais fácil obedecer do que conduzir a si próprio não acha? Ora! O espírito é construindo partir da escolhas que fazemos ou deixamos de fazer e quem é você? Não falo de status, do ter, e sim do ser, quem és? Muitos represam o que não deviam represar, e deixam florescer aquilo que deveria adormecer, e o que tens feito, tens tido satisfação? É o que queria?
Acredita ser possível, tornar o sonho realidade, somente espírito livres de qualquer ladainha, pois sabem que a liberdade é um preço alto e a vida calma é perigosa, monótona, que esvazia o ser, você faz suas escolhas ou a vida que escolhe para ti? Você caminha ou deixa que a vida te arraste? Sonhar realiza-los ou enterra-los em troca de migalhas? Sonhos são únicos e invaloraveis, então que realizemos os sonhos, ousemos realiza-los!
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
sonhos
Sonhos.
De onde vêm os sonhos? De nossa essência, de nosso eu mais profundo, porem se encontra preso nas grades do inconsciente, no entanto vem o sonho em códigos secretos nos dizer que as grades não são eternas, desde que se entenda seu significado, só você poderá libertar o seu desejo de ser para o consciente, sonhos são porta vozes do que queremos ser e chegar a ser, de outra maneira: nosso desejo.
É a realidade que se esconde através de nossa alma, que nos da um significado movente, capaz de fazer-nos seguir adiante, um combustível que nos dá animo, mas o que vemos hoje em dia são múmias andando para todos os lados, reprimindo seus sonhos, se esquecendo do que deveria ser, aceitando a cartilha de um mundo hostil que condena quem sonha, assim tornando-os maquinas de um sistema que só tende ao consumismo desenfreado, que desgasta o ser pelo ter.
Ousemos sonhar! Não tenha medo, que sejamos capazes de resgatar das profundezas do nosso ser o desejo de ser, logo adquirindo seu lugar de direito, não importa o preço, não sou mais um que se coloca no mercado e se encontra a disposição para produzir algo que é alheio a minha própria essência e do qual não faz parte de mim, sei que o preço é alto, mas insisto, persisto e daqui não arredo o pé, até poder realizar meus sonhos, e o que ele diz é: segue adiante, vá em frente e não desista, pois nenhuma prisão é eterna!
Sou surdo ao que vem de fora, e ouço apenas o que vem dentro de mim, como verdade única que me liberta e me ama, não quero afrouxar as correntes como muitos fazem e acreditam ser feliz, não! Quero quebrar as algemas desta realidade insana que profetiza o consumismo desenfreado (tendo a ousadia de dizer que isto se chama necessidade), para poder plantar meu jardim com minhas próprias mãos e fazer da minha historia a construção dos sonhos em realidade, sonhos que no qual ninguém sabe o caminho, não os encontramos nos mapas e bússolas que o mundo oferece, ninguém ousou desbrava-lo, pois é intimo e particular e só você pode desbrava-lo. É preciso abrir caminho na mata fechada e desconhecida, e nisto consiste o sonhos, desbravar o novo, o desconhecido, saindo do banal, indo de encontro ao seu desejo de ser que a cada instante se realiza por causa da tua ousadia, e logo concluímos que nossas vidas e nossos sonhos têm o mesmo valor e que muitos as vendem por um preço medíocre, e que alias é invaloravel,”vendendo fácil o que não tinha preço”, mas que muitos perdem esta noção de vista, para ter liberdade em consumir coisas, se tornar a “barbie” e seu sorriso vazio, de um rosto que quer sempre mais e não sabe que já se perdeu dentro daquilo que o capital queria: uma escrava do consumo.
O sonho não segue mapa e nem bússola, não possui nada, mas tem tudo e se vê livre das mediocridades das misérias humanas que tende a escravizar o ser e a reprimir o que se tem de maior valor, que é nossos sonhos. E o sonho ninguém nos tira, pois vem de dentro de nós, essência que nos faz viver, dinâmica que nos faz seguir e ninguém tira ou rouba nossos sonhos, mas o único caminho é calá-lo e deixa-lo adormece-lo, e isto é a tese capitalista, mumificar a todos, torna-los maquinas de produção e consumo, mas o sonho nos diz que nenhuma prisão é eterna e vem toda noite ou descanso nos salientar que façamos uma vanguarda revolucionaria em si, para que possa tirar da bastilha, da prisão, nosso verdadeiro eu, mas poucos acordam, pois já não sabem o gosto da verdadeira liberdade e quem já o adormeceu não sabe o que é, e prefere ter um senhor que os domine, porque garante sua forma de existir artificialmente. Que pena! Este é o discurso dos derrotados, daqueles que se acomodaram e não querem lutar por preguiça e covardia, já se acostumou com a redoma, já não tem autonomia nos teus sentimentos, acreditam em tudo que dizem, consomem o que surge no momento, se tornam um caos, não sabe viver, não sabe lidar com as dores, não sabem lidar com os fracassos e devolvem o dinheiro aos psicanalistas, psicólogos, pessoas que em muitos se encontram desestabilizados e que também não tem chão, logo doentes cuidando de doentes, pessoas que não sabem o que é viver, pois viver é sonhar e se não sonha vive esta vida postumamente, múmias que não sabem a direção e que precisam de alguém (propagandas artificiais, escravos do modelito padrão, sorriso artificial, sepulcros caiados) que aponte o dedo, para indicar aonde e quando deve ir.
Os sonhos buscam a autonomia do ser e sábio aquele que ouvi-lo, pois terá vida em abundancia, pois o sonho transforma tudo que vemos, muda nossa ótica, das dores vemos oportunidades de amadurecimento, das derrotas encontra motivos para lutar (é de batalhas que se vive à vida, e uma perda não diz que perdemos a totalidade da guerra), dos sofrimentos a ousadia de viver, das tempestades a reconstrução, e quem sonha sabe que é no inverno que plantamos as flores e que a primavera é resultado da ousadia de sonhar, de querer ser o que diz o coração. Sonhos não são ilusões, são potencia que precisa ser praticadas na constância dos dias, ilusões é como inveja, quem tem inveja não procura buscar o que se quer, mas para e olha para que o vizinho tem e monta um discurso do infeliz e não encontra autonomia de buscar o seu, e os sonhos é autonomia, não é um olhar para o que o vizinho tem e muito menos um discurso dos infelizes, os sonhos são o contrario, é a autonomia de cada um buscar sua essência e não ter tempo para invejar o outro e sim ajuda-lo se preciso for, sonhos são verdades, ilusões são mentiras que se constrói na areia e que logo passam, os sonhos perduram a vida toda e é verdade que nos torna feliz, se buscamos realiza-los. O sonho não esconde as rachaduras, as feridas e as dores e sofrimento, ele as encara e busca soluciona-los, sonhos são ousadia de cada ser que busca o que deve ser e não discursos infelizes que muitos fazem ao vento e que não busca ter compromisso consigo próprio, sonhos é o profeta que luta pela verdadeira vida que jorra e transborda vitalidade, que proclama ante a falsa vida proposta hoje e o que vemos nos becos e grandes centros pessoas sem sonhos e sem propósitos (alias sonhos e propósitos são parceiros) pessoas que aceitam o que os capitalistas estabelecem, o sonhos quer mudanças a todo instante, pois é neste conflito de mudanças que o melhor sempre há de vir, mas quem quer mudar? Só os que sonham e acredita que o impossível é possível e que não há nada que nos faca desistir enquanto respirar e que ousemos!
Os nossos sonhos transforma nossos corações em humanidade que sempre tende a crescer, enquanto aos contrários só querem que nos tornemos pedras insensíveis, apático ante a vida e este não é o caminho para ser feliz, então não desista dos seus sonhos, nunca!
De onde vêm os sonhos? De nossa essência, de nosso eu mais profundo, porem se encontra preso nas grades do inconsciente, no entanto vem o sonho em códigos secretos nos dizer que as grades não são eternas, desde que se entenda seu significado, só você poderá libertar o seu desejo de ser para o consciente, sonhos são porta vozes do que queremos ser e chegar a ser, de outra maneira: nosso desejo.
É a realidade que se esconde através de nossa alma, que nos da um significado movente, capaz de fazer-nos seguir adiante, um combustível que nos dá animo, mas o que vemos hoje em dia são múmias andando para todos os lados, reprimindo seus sonhos, se esquecendo do que deveria ser, aceitando a cartilha de um mundo hostil que condena quem sonha, assim tornando-os maquinas de um sistema que só tende ao consumismo desenfreado, que desgasta o ser pelo ter.
Ousemos sonhar! Não tenha medo, que sejamos capazes de resgatar das profundezas do nosso ser o desejo de ser, logo adquirindo seu lugar de direito, não importa o preço, não sou mais um que se coloca no mercado e se encontra a disposição para produzir algo que é alheio a minha própria essência e do qual não faz parte de mim, sei que o preço é alto, mas insisto, persisto e daqui não arredo o pé, até poder realizar meus sonhos, e o que ele diz é: segue adiante, vá em frente e não desista, pois nenhuma prisão é eterna!
Sou surdo ao que vem de fora, e ouço apenas o que vem dentro de mim, como verdade única que me liberta e me ama, não quero afrouxar as correntes como muitos fazem e acreditam ser feliz, não! Quero quebrar as algemas desta realidade insana que profetiza o consumismo desenfreado (tendo a ousadia de dizer que isto se chama necessidade), para poder plantar meu jardim com minhas próprias mãos e fazer da minha historia a construção dos sonhos em realidade, sonhos que no qual ninguém sabe o caminho, não os encontramos nos mapas e bússolas que o mundo oferece, ninguém ousou desbrava-lo, pois é intimo e particular e só você pode desbrava-lo. É preciso abrir caminho na mata fechada e desconhecida, e nisto consiste o sonhos, desbravar o novo, o desconhecido, saindo do banal, indo de encontro ao seu desejo de ser que a cada instante se realiza por causa da tua ousadia, e logo concluímos que nossas vidas e nossos sonhos têm o mesmo valor e que muitos as vendem por um preço medíocre, e que alias é invaloravel,”vendendo fácil o que não tinha preço”, mas que muitos perdem esta noção de vista, para ter liberdade em consumir coisas, se tornar a “barbie” e seu sorriso vazio, de um rosto que quer sempre mais e não sabe que já se perdeu dentro daquilo que o capital queria: uma escrava do consumo.
O sonho não segue mapa e nem bússola, não possui nada, mas tem tudo e se vê livre das mediocridades das misérias humanas que tende a escravizar o ser e a reprimir o que se tem de maior valor, que é nossos sonhos. E o sonho ninguém nos tira, pois vem de dentro de nós, essência que nos faz viver, dinâmica que nos faz seguir e ninguém tira ou rouba nossos sonhos, mas o único caminho é calá-lo e deixa-lo adormece-lo, e isto é a tese capitalista, mumificar a todos, torna-los maquinas de produção e consumo, mas o sonho nos diz que nenhuma prisão é eterna e vem toda noite ou descanso nos salientar que façamos uma vanguarda revolucionaria em si, para que possa tirar da bastilha, da prisão, nosso verdadeiro eu, mas poucos acordam, pois já não sabem o gosto da verdadeira liberdade e quem já o adormeceu não sabe o que é, e prefere ter um senhor que os domine, porque garante sua forma de existir artificialmente. Que pena! Este é o discurso dos derrotados, daqueles que se acomodaram e não querem lutar por preguiça e covardia, já se acostumou com a redoma, já não tem autonomia nos teus sentimentos, acreditam em tudo que dizem, consomem o que surge no momento, se tornam um caos, não sabe viver, não sabe lidar com as dores, não sabem lidar com os fracassos e devolvem o dinheiro aos psicanalistas, psicólogos, pessoas que em muitos se encontram desestabilizados e que também não tem chão, logo doentes cuidando de doentes, pessoas que não sabem o que é viver, pois viver é sonhar e se não sonha vive esta vida postumamente, múmias que não sabem a direção e que precisam de alguém (propagandas artificiais, escravos do modelito padrão, sorriso artificial, sepulcros caiados) que aponte o dedo, para indicar aonde e quando deve ir.
Os sonhos buscam a autonomia do ser e sábio aquele que ouvi-lo, pois terá vida em abundancia, pois o sonho transforma tudo que vemos, muda nossa ótica, das dores vemos oportunidades de amadurecimento, das derrotas encontra motivos para lutar (é de batalhas que se vive à vida, e uma perda não diz que perdemos a totalidade da guerra), dos sofrimentos a ousadia de viver, das tempestades a reconstrução, e quem sonha sabe que é no inverno que plantamos as flores e que a primavera é resultado da ousadia de sonhar, de querer ser o que diz o coração. Sonhos não são ilusões, são potencia que precisa ser praticadas na constância dos dias, ilusões é como inveja, quem tem inveja não procura buscar o que se quer, mas para e olha para que o vizinho tem e monta um discurso do infeliz e não encontra autonomia de buscar o seu, e os sonhos é autonomia, não é um olhar para o que o vizinho tem e muito menos um discurso dos infelizes, os sonhos são o contrario, é a autonomia de cada um buscar sua essência e não ter tempo para invejar o outro e sim ajuda-lo se preciso for, sonhos são verdades, ilusões são mentiras que se constrói na areia e que logo passam, os sonhos perduram a vida toda e é verdade que nos torna feliz, se buscamos realiza-los. O sonho não esconde as rachaduras, as feridas e as dores e sofrimento, ele as encara e busca soluciona-los, sonhos são ousadia de cada ser que busca o que deve ser e não discursos infelizes que muitos fazem ao vento e que não busca ter compromisso consigo próprio, sonhos é o profeta que luta pela verdadeira vida que jorra e transborda vitalidade, que proclama ante a falsa vida proposta hoje e o que vemos nos becos e grandes centros pessoas sem sonhos e sem propósitos (alias sonhos e propósitos são parceiros) pessoas que aceitam o que os capitalistas estabelecem, o sonhos quer mudanças a todo instante, pois é neste conflito de mudanças que o melhor sempre há de vir, mas quem quer mudar? Só os que sonham e acredita que o impossível é possível e que não há nada que nos faca desistir enquanto respirar e que ousemos!
Os nossos sonhos transforma nossos corações em humanidade que sempre tende a crescer, enquanto aos contrários só querem que nos tornemos pedras insensíveis, apático ante a vida e este não é o caminho para ser feliz, então não desista dos seus sonhos, nunca!
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
aprofundando os sentidos
A

as vozes e o sons sao observados com mais detalhes observa Juan através do mundo que nao enxergamos, a memoria é utilizada a cada instante, posto a prova todo seu conhecimento e o que importa é o agora, o hoje.
O estudo feito por Juan é integra, capaz de nos dizer com enorme perfeicao os detalhes no qual nós nao observariamos por enorme atencao que temos, os seus sentidos sao agucados, apesar de nao ter a visao ao teu auxilio, sabendo que a aperfeicoacao dos sentidos que nos auxilia é importante.
Juan nos diz que atrofiamos nossos sentidos, esse mundo que nos serve de ponte para o mundo exterior e interior, acomodamos quando deviamos ousar, somos de fato cegos? caminhamos a isso mesmo com todos os sentidos em maos.
Juan vive intensamente, enquanto seus amigos reclamam de tudo, esquecem de que o tempo é precioso e quem muitos reclama pouco faz. O nosso Juan se desperta a cada segundo que brota no fundo do seu coracao, ele sabe muito bem como uma noite escura e de solidao pode fazer bem a alma, pois se poem a reflexao de tudo que viveu, senti o calor do fogo invadindo seu ser, sente a batida do seu coracao, ouve o som de um mundo de pluralidade, no entanto ninguem (a maioria) sabe aproveitar essa diversidade. Juan sabe viver e nós? A quanto tempo estamos postumos em vida? Deus nos deu tudo e o que fazemos?
Juan esta atento a tudo e a todos, sabe distinguir pela atmosfera uma rua sem saida ou quando alguem se aproxima com passos sutis, a beleza da vida é julgada pelo tato, pelos sons e diccao da voz, das palavras.
Juan sabe que a maioria em volta dele vêem e que tambem ficam espantados com sua taanha vivacidade e o nuero de caracteristicas que envolve sua tamanha capacidade cognitiva, sendo ele um superior com trajes de disfarces, seguindo em frente, pois o que importa é a vida e nao opinioes (que ja nao o surpreendem)
*Juan personagem do autor.
sábado, 4 de julho de 2009
Parecer ou ser?
Parecer ou ser? eis a questão!
Sabe o que tu és? você vive pra si ou para os outros? o que você faria para que você seguisse o seu coração em vez de seguir a ditadura alheia? quando seresmo o que deviamos ser? seria possivel? como? e porque?
De fato o que vemos tanto exterior quanto interiormente nas massas é um vazio, vão aonde todos vão e sem ao menos saber o por que? até quando continuar esta existencia postuma? É hora de fazer o proposito de si antes que a morte chegue e lhe pegue só, saberiamos o real valor da existência? o que esta ai é uma covardia e preguiça sem presedentes, pessoas que se iludem com o que o outro diz, "entrando na onda" e apesar de estar em todos eventos e "curtir a vida" estão só, lutando contra muinhos de ventos, fazendo o que não queria fazer, se acomodando perante o tempo, se esquecendo de que o tempo escorre das mãos. quantas vezes você disse coisas simples ao teu próximo? sim digo as coisas simples, sabe o porque? elas são mais dificeis de se dizer como: eu te amo, olá, bom dia. Estamos buscando as realidades exteriores, materiais e não por que buscar a realidade essencial? esta ultima é de suma importancia, enquanto a primeira é apenas consequencia. A vida esta ai e o que fazer? e agora? Vá em busca do seu propósito, mas qual é o seu? só você sabe, mas pode se salientar de que o propósito nos leva a uma vida intensa, mesmo que só, porém essa solidão não é vazia, ela é construida para o bem humano, uma solidão que faz o ser aproveitar o ócio posto logo a frente, então siga e saiba qual é a tua filosofia, pois a vida passa e mais cedo ou mais tarde não estaremos mais aqui, neste modo. somos eternos ou não? seriamos atomos que se desintegram e se transforma em qualquer molécula, que se transforma em qualquer matéria? você acredita em tua alma? ela é eterna? o que é a eternidade? eis a questão!
De fato o que vemos tanto exterior quanto interiormente nas massas é um vazio, vão aonde todos vão e sem ao menos saber o por que? até quando continuar esta existencia postuma? É hora de fazer o proposito de si antes que a morte chegue e lhe pegue só, saberiamos o real valor da existência? o que esta ai é uma covardia e preguiça sem presedentes, pessoas que se iludem com o que o outro diz, "entrando na onda" e apesar de estar em todos eventos e "curtir a vida" estão só, lutando contra muinhos de ventos, fazendo o que não queria fazer, se acomodando perante o tempo, se esquecendo de que o tempo escorre das mãos. quantas vezes você disse coisas simples ao teu próximo? sim digo as coisas simples, sabe o porque? elas são mais dificeis de se dizer como: eu te amo, olá, bom dia. Estamos buscando as realidades exteriores, materiais e não por que buscar a realidade essencial? esta ultima é de suma importancia, enquanto a primeira é apenas consequencia. A vida esta ai e o que fazer? e agora? Vá em busca do seu propósito, mas qual é o seu? só você sabe, mas pode se salientar de que o propósito nos leva a uma vida intensa, mesmo que só, porém essa solidão não é vazia, ela é construida para o bem humano, uma solidão que faz o ser aproveitar o ócio posto logo a frente, então siga e saiba qual é a tua filosofia, pois a vida passa e mais cedo ou mais tarde não estaremos mais aqui, neste modo. somos eternos ou não? seriamos atomos que se desintegram e se transforma em qualquer molécula, que se transforma em qualquer matéria? você acredita em tua alma? ela é eterna? o que é a eternidade? eis a questão!
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